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Chile: Certisign amplia atuação no mercado

Certisign reforçou sua entrada no Chile com soluções para bancos e parcerias locais. A empresa também detalhou sua escala regional.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:Atualizado 3 min de leitura

Certisign reforçou sua entrada no Chile com soluções de verificação de identidade para bancos e uma parceria com a Caja Los Andes para modernizar processos de identificação digital. A empresa também disse que vai priorizar a consolidação dos primeiros projetos nos próximos 12 meses.

Atualização 4 de novembro de 2026: Certisign acrescentou novos detalhes sobre sua estratégia no Chile, com foco em consolidar os primeiros projetos nos próximos 12 meses e ampliar clientes e portfólio entre 12 e 24 meses. A empresa também publicou um caso sobre sua parceria com a Caja Los Andes e informou números de escala regional.

Certisign anunciou sua entrada no Chile com soluções de prevenção a fraudes voltadas ao mercado financeiro, em um contexto no qual a Polícia de Investigações alertou que a inteligência artificial está facilitando e aperfeiçoando os ciberataques no país, segundo cobertura atribuída ao chefe nacional de Cibercrime, Marcelo Wong. A proposta da empresa busca responder a riscos como fraude de identidade, uso indevido de documentos, falsificação documental e falsidade ideológica de clientes em processos totalmente digitais.

O que a Certisign oferece no Chile?

Certisign combina biometria facial, prova de vida em 3D, análise documental, OCR, cruzamento de informações e leitura NFC do documento quando disponível. A companhia apresentou esse pacote como parte de sua chegada ao mercado chileno, com foco em instituições financeiras que operam com exigências altas de verificação de identidade.

A oferta é voltada a impedir que terceiros se passem por clientes reais durante o onboarding ou em validações remotas. Também busca reduzir o uso de documentos adulterados ou reaproveitados em trâmites digitais, uma ameaça que a própria empresa colocou entre as principais preocupações do setor financeiro chileno.

O que disse a PDI sobre o uso de IA?

A cobertura jornalística atribuiu a Marcelo Wong, chefe nacional de Cibercrime da PDI, a declaração de que a inteligência artificial está facilitando e aperfeiçoando os ciberataques no Chile. Na mesma linha, também foi atribuído a ele o apontamento de que golpes pela internet e o acesso ilícito a sistemas e dados estão entre os principais crimes informáticos do país.

Outra reportagem o citou dizendo que a IA permite aperfeiçoar o phishing com mensagens hiperpersonalizadas e facilita falsificações com deepfakes, inclusive em videochamadas em tempo real. Na mesma cobertura, também lhe foi atribuída uma advertência sobre o risco de conectar ferramentas de IA a e-mails, bases de dados ou outros recursos sensíveis, porque elas poderiam manipular instruções e provocar divulgação de informações ou ações não previstas.

A coincidência entre as duas reportagens aponta para um cenário claro no mercado financeiro chileno: a verificação de identidade deixou de ser apenas uma etapa operacional e passou a funcionar como defesa contra fraudes mais sofisticadas, com a IA no centro das técnicas de engano relatadas pela PDI.

Qual é o plano da empresa para o Chile?

Nos próximos 12 meses, a Certisign disse que vai priorizar a consolidação dos primeiros projetos no Chile, segundo a BNamericas. Em um horizonte de 12 a 24 meses, a empresa espera ampliar clientes e portfólio dentro de sua base ativa, sempre com o mercado financeiro como eixo da expansão local.

A companhia também detalhou sua escala regional para sustentar esse plano. De acordo com a BNamericas, afirmou ter mais de 2.000 pontos de atendimento no Brasil e no exterior, mais de 400 funcionários, mais de 15 milhões de certificados digitais emitidos e capacidade para habilitar a assinatura de mais de 8 milhões de documentos por mês.

Que parceria local a empresa informou?

Certisign publicou um caso sobre sua parceria com a Caja Los Andes para modernizar processos de identificação digital e proteger seus clientes. A instituição chilena, segundo o caso divulgado pela empresa, tem mais de 70 anos de trajetória.

A publicação não apresentou essa relação como um anúncio isolado, mas como parte de sua expansão comercial no Chile. Nesse contexto, a colaboração com a Caja Los Andes aparece como uma das primeiras referências concretas de aplicação de suas ferramentas no país.

Fontes

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