BCU prepara lei de finanças abertas para 2026
BCU prevê anteprojeto de lei de Finanças Abertas para 2026. A proposta mira mais controle de dados
O Banco Central do Uruguai incluiu em seu plano estratégico de cinco anos a elaboração, até 2026, de uma proposta de anteprojeto de lei de Finanças Abertas. A iniciativa busca criar um ecossistema em que os usuários tenham mais controle sobre seus dados financeiros e definir uma infraestrutura pública mínima de interoperabilidade entre instituições.
O Banco Central do Uruguai incluiu em seu plano estratégico de cinco anos a elaboração, até 2026, de uma proposta de anteprojeto de lei de Finanças Abertas. A iniciativa busca permitir um ecossistema em que os usuários tenham mais controle sobre seus dados financeiros e avançar na construção de uma infraestrutura pública mínima de interoperabilidade entre instituições.
¿Qué plantea el plan del BCU?
Ámbito informou que a proposta faz parte do terceiro eixo do plano quinquenal do órgão, voltado à modernização da infraestrutura do mercado financeiro e da interoperabilidade do sistema.
Cointelegraph em Espanhol acrescentou que o texto estratégico prevê poderes explícitos para regular, supervisionar e sancionar os participantes do ecossistema.
O mesmo veículo observou que o plano 2026-2030 ainda não define uma data de envio ao Parlamento nem um cronograma posterior de implementação.
Por enquanto, portanto, trata-se de uma iniciativa legislativa futura dentro da agenda do regulador.
¿Cuál es el alcance técnico y el uso de datos previsto?
El País detalhou que a proposta se insere no eixo de infraestrutura do mercado financeiro e mira um ecossistema moderno, interoperável, seguro e inovador.
Nessa linha, vinculou a iniciativa a pagamentos transfronteiriços e a modelos de finanças abertas com menores custos de transação.
Búsqueda também posicionou o fortalecimento da infraestrutura do mercado financeiro como um dos focos do plano estratégico 2026-2030 e mencionou a incorporação de finanças abertas e pagamentos transfronteiriços para alcançar sistemas mais eficientes, acessíveis e interoperáveis.
Em uma nota específica sobre o tema, El País explicou que o sistema proposto no Uruguai permitiria que pessoas e empresas autorizem a troca de seus dados financeiros entre instituições e prestadores registrados no BCU.
Essa cobertura também colocou em debate riscos e mecanismos de mitigação, especialmente em relação à lavagem de dinheiro e à proteção de dados na futura regulação.
¿Qué reacción pública generó la propuesta?
A discussão já provocou reação sindical.
El País informou que a AEBU alertou que o sistema de finanças abertas "no es neutral" e "reconfigura las reglas de juego", e afirmou que isso poderia representar um golpe competitivo para o Banco República, o BROU.
Com esses elementos, o BCU avança para um anteprojeto que buscará organizar a troca de dados financeiros, definir regras de supervisão e estabelecer bases de interoperabilidade para o sistema uruguaio.
Fontes
- Lo que se viene en Uruguay: Finanzas abiertas, ¿cómo funcionan, cuáles son los riesgos y cómo mitigarlos?elpais.com.uy· El País (Uruguay)
- El plan a cinco años del Banco Central del Uruguayambito.com· Ámbito
- Uruguay prepara una ley de finanzas abiertases.tradingview.com· Cointelegraph en Español
- Del control de fraudes a la desdolarización: las claves del plan del Banco Central de Uruguay hacia 2030elpais.com.uy· El País (Uruguay)
- AEBU alertó por golpe al BROU: sistema de finanzas abiertas "no es neutral" y "reconfigura las reglas de juego"elpais.com.uy· El País (Uruguay)
- Rever la meta de inflación y desdolarizar, entre los focos del plan estratégico del Banco Centralbusqueda.com.uy· Búsqueda



