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Sincelejo investiga vazamento de vídeos íntimos

Denúncia em Sincelejo aponta difusão de centenas de vídeos e fotos íntimas por Telegram. A polícia apura o canal.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:2 min de leitura

Em Sincelejo, no departamento de Sucre, foi denunciada a divulgação não autorizada de uma grande quantidade de fotos e vídeos íntimos de mulheres por meio de ao menos um canal ou comunidade no Telegram. A Polícia e autoridades locais informaram que o caso está em investigação para identificar os administradores e participantes do espaço onde o material teria circulado.

Investigação em andamento sobre difusão no Telegram

Em Sincelejo, no departamento de Sucre, foi denunciada a divulgação não autorizada de uma grande quantidade de fotos e vídeos íntimos de mulheres por meio de ao menos um canal ou comunidade no Telegram. Veículos colombianos trataram o caso como um grave episódio de violência digital, enquanto a Polícia e autoridades locais informaram que já abriram procedimentos para identificar os administradores e participantes do canal onde o conteúdo teria circulado.

A cobertura publicada na Colômbia apresenta números diferentes sobre o volume do material. O País Cali falou em um vazamento massivo de mais de 500 vídeos íntimos, enquanto outros veículos locais mencionaram mais de 5.000 fotos e vídeos. Esses números aparecem como estimativas dentro de uma investigação que segue em curso, sem confirmação única e fechada sobre o total.

Vítimas e reação pública

Segundo portais de notícias colombianos, as vítimas seriam principalmente mulheres de Sincelejo, cujos conteúdos íntimos teriam sido obtidos e compartilhados sem autorização no Telegram. O Notícias El Boom afirmou que a divulgação gerou alerta na cidade e que organizações locais de mulheres, junto com autoridades, estão convocando denúncias formais desses fatos como violência digital e possíveis cibercrimes.

Em paralelo, uma jovem advogada que disse ter sido vítima da divulgação de seu vídeo íntimo no canal do Telegram anunciou que vai adotar medidas judiciais contra quem compartilhou o material sem consentimento. Segundo sua declaração, ela vai se apoiar em crimes previstos na legislação penal colombiana sobre violação de dados pessoais e divulgação não consentida de conteúdo íntimo.

Possíveis crimes sob análise

O advogado penalista Francisco Bernate explicou, em entrevistas a veículos como o Minuto60, que os responsáveis podem responder por violação de dados pessoais, acesso abusivo a um sistema informático e pornografia não consentida, a depender de como a obtenção e a circulação do material sejam comprovadas.

Por ora, o foco das autoridades está na identificação de quem administrou e participou do espaço no Telegram onde o conteúdo íntimo teria sido compartilhado. O caso passou a ser tratado como investigação criminal e como uma denúncia de violência digital que segue avançando em Sincelejo.

Fontes

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