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SFC da Colômbia abre consultas sobre finanças abertas

A Superintendência Financeira da Colômbia abriu comentários sobre GERCO e padrões de finanças abertas até 15 de setembro.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:4 min de leitura

A Superintendência Financeira da Colômbia publicou um projeto de Circular Externa 14 de 2026 sobre gestão de risco de condutas que afetem consumidores financeiros e abriu dois projetos de carta circular sobre o cronograma para expedir padrões de intercâmbio de informação em finanças abertas. Em todos os casos, o prazo para comentar termina em 15 de setembro de 2026, às 17h.

A Superintendência Financeira da Colômbia (SFC) publicou o projeto da Circular Externa 14 de 2026, com instruções para a gestão do risco de condutas que afetem os consumidores financeiros, e abriu dois projetos de carta circular sobre o cronograma para expedir padrões de intercâmbio de informação no sistema de finanças abertas. Em ambas as frentes, o prazo para enviar comentários termina na terça-feira, 15 de setembro de 2026, às 17h.

¿Qué pide el proyecto sobre consumidores financieros?

O projeto da Circular Externa 14 de 2026 estabelece instruções para gerir o risco de condutas que afetem os consumidores financeiros, sob o esquema GERCO. A publicação oficial da SFC informa que o documento ficará disponível para comentários até 15 de setembro de 2026, às 17h.

A superintendência também manteve ativa uma linha de supervisão sobre atendimento a pessoas afetadas por situações de desastre. Em sua página sobre "Jornadas de atenção a la ciudadanía", a entidade reúne instruções para mitigar o impacto desse tipo de evento sobre consumidores financeiros, com medidas operacionais e canais especiais de atendimento.

¿Qué estableció sobre finanzas abiertas?

A SFC publicou dois projetos de carta circular ligados ao cronograma para expedir padrões de intercâmbio de informação no sistema de finanças abertas, ambos datados de 31 de agosto de 2026. Nos dois casos, as sugestões devem ser enviadas por meio de uma matriz preenchida para o e-mail finanzasabiertas@superfinanciera.gov.co, e o prazo vence em 15 de setembro de 2026, às 17h.

A entidade reforçou esse mesmo marco em uma publicação em sua conta oficial no X, na qual lembrou que esse dia é o prazo final para enviar comentários sobre os padrões de intercâmbio de informação. O lembrete público repetiu o calendário já definido nos projetos divulgados no portal institucional.

¿Cómo encaja esto con la estrategia de supervisión?

A SFC descreve sua "Arenera" como um espaço de experimentação controlada para entender mudanças em produtos e serviços financeiros, identificar riscos e gerar evidências para fortalecer a supervisão e a regulação. Em sua comunicação oficial sobre esse mecanismo, a entidade inclui a inovação tecnológica entre os pontos relevantes para cibersegurança e gestão de riscos tecnológicos no sistema financeiro colombiano.

Esse enfoque convive com um ciclo regulatório ativo. O repositório jurídico vLex registra a Circular Externa 008 da Superintendência Financeira, datada de 1º de setembro de 2026, o que mostra que a entidade continuou emitindo normas em sequência nesses dias.

¿Qué contexto da el mercado sobre fraude y ciberseguridad?

O debate regulatório acontece em meio a números que mostram pressão sobre o setor financeiro. A Lavibrante citou um relatório sobre fraude digital na Colômbia segundo o qual, durante 2024, 80% das fraudes denunciadas por usuários a bancos ocorreu pela internet e o valor reclamado chegou a 679.000 milhões de pesos.

Ao mesmo tempo, o El Universal informou que, segundo dados apresentados na 60ª Convenção Bancária da Asobancaria, os bancos investiram 3,6 trilhões de pesos em 2025 em inovação digital e cibersegurança, ante 3,3 trilhões em 2024. O veículo acrescentou que 65,7% do setor bancário informou uso de inteligência artificial, machine learning ou outras ferramentas analíticas avançadas para detecção precoce de ameaças, um avanço de 13,6 pontos percentuais frente a 2024.

A mesma cobertura disse que a Asobancaria atribuiu a esses investimentos o fato de 99,9% das operações terem permanecido livres de fraude, com apenas 7 pesos em cada 100.000 transacionados sujeitos a reclamações por fraude.

¿Cómo se ubica el caso de las fintech?

A PPU Legal afirmou que as fintechs supervisionadas pela Superintendência Financeira estão sujeitas ao Estatuto do Consumidor Financeiro, enquanto as não supervisionadas seguem o Estatuto do Consumidor geral, sob a órbita da Superintendência de Indústria e Comércio. Nesse quadro, o escritório descreveu a coexistência de dois regimes de proteção ao consumidor aplicáveis a serviços financeiros e tecnológicos.

A mesma análise relativizou o alcance da "arenera" criada pelo Decreto 1234 de 2020. Segundo a PPU Legal, ela foi um marco valioso, mas de impacto prático limitado, porque permitiu testar operações com criptoativos e a primeira emissão de um título em blockchain, embora não tenha funcionado como ponte direta para licenças definitivas.

Fontes

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