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Colômbia: phishing hiper-realista

Bloomberg Línea relatou phishing hiper-realista e malware polimórfico na Colômbia, enquanto a Sumsub apontou mais tentativas de tomada de conta.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:Atualizado 2 min de leitura

Na Colômbia, o phishing hiper-realista e o malware polimórfico foram as modalidades de ataque mais detectadas no primeiro semestre de 2025, em um cenário regional em que a IA generativa vinha impulsionando ofensivas na América Latina. Bloomberg Línea também apontou que essa mesma tecnologia estava sendo usada na defesa para identificar incidentes e acelerar a resposta, com motores de IA reduzindo falsos positivos na região.

Na Colômbia, o phishing hiperrealista e o malware polimórfico foram as modalidades de ciberataque mais detectadas no primeiro semestre de 2025, segundo Bloomberg Línea. O cenário regional também mostrava a IA generativa impulsionando ataques na América Latina e fortalecendo ferramentas defensivas. Outra cobertura, baseada em um relatório da Sumsub, relatou ainda mais tentativas de tomada de contas e maior uso de deepfakes.

O que a Bloomberg Línea mostrou sobre os ciberataques na Colômbia?

Bloomberg Línea colocou o phishing hiperrealista e o malware polimórfico como as modalidades de ciberataque mais detectadas na Colômbia no primeiro semestre de 2025. O levantamento apareceu dentro de um contexto regional em que a IA generativa vinha ampliando ataques na América Latina, com impacto em vários setores, inclusive serviços financeiros.

O relatório apontou esse dado em um quadro mais amplo de ameaças movidas por inteligência artificial. A cobertura descreveu um ambiente regional em que técnicas de fraude ficavam mais convincentes com o uso de IA generativa e afetavam diferentes indústrias.

Como a IA entra do lado defensivo?

A mesma cobertura indicou que a IA também estava sendo usada na defesa, com motores capazes de identificar incidentes, acelerar a resposta e reduzir falsos positivos no contexto regional, segundo o reporte citado pela Bloomberg Línea.

A tecnologia aparecia, assim, nos dois lados do conflito. De um lado, reforçava ataques mais convincentes. De outro, permitia sistemas de detecção mais rápidos e com menos erros.

O que a Sumsub disse sobre deepfakes e tomada de contas na Colômbia?

Outra cobertura, desta vez da Infosertecla com base em um relatório da Sumsub, afirmou que na Colômbia as tentativas de tomada de contas aumentaram 188% e o uso de deepfakes subiu 77% no período analisado pelo estudo.

Esse dado pede cautela, porque a própria referência jornalística o apresentou como informação atribuída ao estudo da Sumsub, e não como um número confirmado de forma independente nesta nota. Ainda assim, a cobertura descreveu deepfakes e identidades criadas com IA como vetores crescentes de fraude na região, com impacto também na Colômbia dentro do reporte secundário.

O foco já não recai apenas sobre e-mails ou links maliciosos, mas sobre técnicas que buscam se passar por identidades reais e ganhar confiança com conteúdo sintético.

O que a Microsoft acrescenta para entender essa tendência?

A Microsoft publicou ainda um texto sobre ameaças na era da IA que citou o uso de engenharia social com apoio de LLMs para gerar e-mails de phishing, como exemplo da capacidade ofensiva da inteligência artificial.

O material não era centrado na Colômbia, mas ajuda a dimensionar o tipo de automação já usado por grupos maliciosos para tornar suas campanhas mais críveis. No conjunto, os relatórios citados mostram que a Colômbia já aparece em um mapa regional em que a IA acelera tanto a criação de golpes quanto a resposta de defesa, enquanto deepfakes, identidades sintéticas e phishing hiperrealista se consolidam como vetores a acompanhar de perto.

Fontes

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