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ANPD investiga o ISAC por vazamento de dados

Após ataque de ransomware, a ANPD abriu processo contra o ISAC por possível exposição de dados de até 500 mil pacientes.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IA11 de jul. de 20262 min de leitura

A Autoridade Nacional de Proteção de Dados abriu um processo administrativo contra o Instituto de Saúde e Cidadania (ISAC) após um incidente de segurança que envolveu dados pessoais e sensíveis de pacientes. A investigação veio depois de relatos de um ataque de ransomware que, segundo diferentes coberturas, pode ter exposto informações de até 500 mil registros.

A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) abriu um processo administrativo sancionador contra o Instituto de Saúde e Cidadania (ISAC) após um incidente de segurança que envolveu dados pessoais e dados sensíveis de pacientes atendidos pela instituição.

Segundo a cobertura de O Globo, o órgão quer apurar falhas na proteção de informações sensíveis de cerca de 500 mil pacientes. A publicação também informou que o ISAC terá 10 dias úteis para apresentar defesa e que as sanções possíveis vão de advertência e multa de até 2% do faturamento à suspensão ou proibição do tratamento de dados pessoais.

O caso ganhou visibilidade a partir de reportagens da imprensa brasileira que apontaram um ataque de ransomware contra o ISAC em julho de 2026. O TI Inside informou que o episódio resultou em um vazamento de dados de pacientes ligados ao instituto e descreveu o volume afetado como próximo de 500 mil pessoas, embora esse número apareça tratado pela fonte como aproximado.

A própria ANPD, em uma publicação institucional nas redes sociais citada pela CNN Brasil, descreveu o episódio como um ataque cibernético do tipo ransomware que afetou aproximadamente 500 mil registros de pacientes e motivou a abertura do processo sancionador contra o ISAC.

O CyberSec Brazil também associou o incidente a um cenário de ataque hacker e afirmou que a autoridade abriu o processo depois da exposição de dados de cerca de 500 mil pacientes. Já o Legismap resumiu que a ANPD investiga falhas na proteção de dados pessoais sensíveis e possíveis deficiências na comunicação às vítimas e nas medidas de segurança adotadas antes e depois do incidente.

A GaúchaZH acrescentou que o próprio ISAC informou uma afetção de cerca de 500 mil registros, dos quais 78.772 corresponderiam a crianças e adolescentes e 47.921 a pessoas idosas, ampliando o alcance do incidente sobre grupos vulneráveis.

Fontes

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