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Receita Federal é citada por Emperador

Emperador manteve a acusação contra a Receita Federal e disse ter 6,3 GB de dados. Não houve confirmação oficial da intrusão.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:Atualizado 3 min de leitura

O grupo de ransomware Emperador manteve a atribuição à Receita Federal do Brasil e afirmou ter obtido 6,3 GB de informações, segundo publicações secundárias citadas por Hackmanac, Techstart e Dexpose. A suposta filtragem incluiria documentos de pessoal, registros de contribuintes, dados de usuários do gov.br e senhas, mas não há confirmação oficial de intrusão.

Atualização 9 de outubro de 2026: não surgiram confirmações oficiais sobre a suposta intrusão atribuída ao Emperador contra a Receita Federal do Brasil. Paralelamente, a Receita Federal divulgou os resultados de arrecadação de agosto de 2026 e do acumulado de janeiro a agosto, com números recordes nos dois períodos.

O grupo de ransomware Emperador teria apontado a Receita Federal do Brasil como vítima e afirmou ter obtido 6,3 GB de informações, segundo publicações secundárias citadas por Hackmanac, Techstart e Dexpose. A suposta filtragem incluiria documentos de pessoal, registros de contribuintes, dados de usuários do gov.br e senhas, mas até agora não há confirmação oficial de intrusão nem da obtenção desses arquivos.

O que o Emperador atribui a si?

Emperador disse ter atacado a Receita Federal do Brasil e extraído 6,3 GB de dados, de acordo com as publicações secundárias consultadas. Nessa descrição aparecem documentos ligados a pessoal, registros de contribuintes e material associado a usuários do gov.br, além de senhas.

A referência ao caso apareceu no portal de vazamentos do grupo, segundo Techstart. Dexpose repetiu a mesma atribuição e detalhou a suposta exfiltração de informações de pessoal, clientes e usuários do gov.br com senhas.

O que se sabe da confirmação oficial?

Até agora não há confirmação oficial independente de uma intrusão nem da saída dos arquivos anunciados, segundo a cobertura em espanhol do Techstart. Esse ponto é central para ler o caso, porque, por enquanto, o único elemento verificado no material disponível é a reivindicação pública atribuída ao grupo e sua aparição em um portal de vazamentos.

Hackmanac foi a primeira das fontes fornecidas a mencionar a reivindicação pública e o volume de dados que o Emperador dizia ter. As outras duas coberturas, Techstart e Dexpose, coincidiram em que se tratava de uma suposta afetação à Receita Federal do Brasil, mas sem apresentar validação oficial do incidente.

O que informou a Receita Federal sobre a arrecadação?

A Receita Federal informou que a arrecadação federal totalizou R$ 235,566 bilhões em agosto de 2026, com alta real de 8,25% em relação a agosto de 2025. Também informou que as receitas administradas pela Receita Federal somaram R$ 227,865 bilhões, com aumento real de 8,24%.

Indicador Agosto de 2026 Acumulado de janeiro a agosto de 2026 Fonte
Arrecadação federal total R$ 235,566 bilhões R$ 2,019 trilhões, segundo a Rádio Pampa; R$ 2,112 trilhões, segundo o Diário do Grande ABC Ministério da Fazenda, Receita Federal
Receitas administradas pela Receita Federal R$ 227,865 bilhões Não informado no material Valor Econômico
IRPJ e CSLL R$ 34,104 bilhões Não informado no material The Rio Times
Contribuições sobre a folha R$ 63,030 bilhões Não informado no material The Rio Times
IRRF sobre rendimentos de capital R$ 12,7 bilhões Não informado no material GP1
Imposto de Importação e IPI R$ 11,8 bilhões Não informado no material GP1
Retenção de IR sobre dividendos Não informado no material R$ 4,029 bilhões Valor Econômico

Segundo a Receita Federal, agosto de 2026 marcou o melhor resultado de arrecadação para esse mês em sua série histórica. A Agência Brasil acrescentou que a alta foi impulsionada pela Previdência Social, pelo PIS e Cofins, além de IRRF, IRPJ e CSLL.

O que aconteceu no acumulado do ano?

A Receita Federal apresentou duas leituras para o acumulado de janeiro a agosto de 2026 nas fontes fornecidas. A Rádio Pampa registrou R$ 2,019 trilhões e o Diário do Grande ABC citou R$ 2,112 trilhões, que descreveu como o maior valor para esse período desde 2000.

A Agência Brasil acrescentou que o Imposto de Exportação sobre petróleo bruto arrecadou R$ 1,9 bilhão em agosto e acumulou R$ 9,9 bilhões entre janeiro e agosto. O Valor Econômico também informou que a retenção do Imposto de Renda sobre o pagamento de dividendos arrecadou R$ 4,029 bilhões no mesmo período e que a Receita Federal revisou sua estimativa de arrecadação para 2026 ligada a dividendos.

A conferência sobre a arrecadação de agosto, segundo o material fornecido, também trouxe outros dados pontuais: o IRRF sobre rendimentos de capital alcançou R$ 12,7 bilhões em agosto, com alta real interanual de 33,21%, e o Imposto de Importação junto com o IPI somaram R$ 11,8 bilhões, com aumento real de 22,66%.

Fontes

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