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Paraguai avança em cibersegurança

Deputados discutiram a lei de cibersegurança, o CERT-PY citou a estratégia 2025-2028 e a DNIT ativou novos relatos sobre criptoativos.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:4 min de leitura

A Câmara de Deputados do Paraguai realizou uma audiência pública sobre o projeto de Lei de Cibersegurança no Paraguai, mas a discussão acabou indo para outra mesa de trabalho porque várias instituições convidadas se abstiveram após analisar uma versão anterior do texto. Em paralelo, o CERT-PY publicou referência à Estratégia Nacional de Cibersegurança 2025-2028 e a DNIT colocou em vigor a Resolução Geral N.º 47/2026, que exige declarar operações com criptoativos acima de US$ 5.000 por ano.

A Câmara de Deputados do Paraguai realizou uma audiência pública sobre o projeto de Lei de Cibersegurança no Paraguai, mas a sessão acabou sendo encaminhada para outra mesa de trabalho depois que, segundo a cobertura do ABC Color, várias instituições públicas e privadas optaram por não opinar ao terem analisado, no mesmo dia, uma versão anterior do texto. Ao mesmo tempo, o CERT-PY publicou uma referência à Estratégia Nacional de Cibersegurança 2025-2028 e a DNIT passou a aplicar a Resolução Geral N.º 47/2026, que obriga a reportar operações com criptoativos quando o valor anual previsto pela norma supera US$ 5.000.

¿Qué pasó con el proyecto de ley de ciberseguridad?

A audiência pública expôs objeções técnicas ao texto e deixou claro que a discussão ainda não estava encerrada. O ABC Color informou que a maioria dos convidados preferiu não intervir porque a análise havia sido feita sobre uma versão anterior do projeto, o que levou a discussão a ser redirecionada para outra mesa de trabalho.

A cobertura do ABC Color também apontou que especialistas questionaram o projeto por fragilidades técnicas e pela ausência de uma definição legal de infraestrutura crítica. Na mesma linha, Miguel Ángel Gaspar afirmou que o texto mistura, sem delimitar, cibersegurança, ciberdefesa, cibercrime, incidentes cibernéticos e órgãos de aplicação, e pediu uma revisão técnica profunda antes de qualquer avanço no Congresso.

¿Qué sectores quedaron en el centro del debate?

Gaspar afirmou que a principal fragilidade é o fato de o projeto não definir legalmente o que se entende por infraestrutura crítica. Na explicação dele, estão nesse grupo setores estratégicos como hidrelétricas, distribuição de energia elétrica, abastecimento de água, sistema de saúde e bases de dados estatais.

Uma análise de opinião publicada na La Tribuna foi além e descreveu que o projeto de Lei de Cibersegurança da República do Paraguai (Exp. D-2585561) tenta abarcar ao mesmo tempo proteção de infraestrutura crítica, regulação de tarifas, doutrina militar, inteligência artificial e nanotecnologia. O texto também questionou a inclusão da regulação de redes sociais sob o princípio da territorialidade e a menção à doutrina militar de Operações Multidomínio (MDO), tomada da linguagem castrense dos Estados Unidos sem adaptação ao contexto civil paraguaio.

¿Qué señal institucional aparece al mismo tiempo?

O CERT-PY publicou em seu site uma referência à Estratégia Nacional de Cibersegurança 2025-2028. O dado aparece enquanto segue aberto o debate legislativo sobre o projeto de lei e acrescenta um sinal oficial sobre o marco de cibersegurança que o país busca organizar nos próximos anos.

¿Qué cambió para quienes operan con criptoactivos?

A DNIT do Paraguai colocou em vigor a Resolução Geral N.º 47/2026, que obriga a declarar operações com criptoativos quando se supera o limite anual de US$ 5.000, segundo o ABC Color. Coberturas especializadas detalharam que a norma exige informar data e hora de cada transação, tipo de ativo, quantidades negociadas, valor bruto em dólares, comissões e outros custos, além de hash, endereços de origem e destino e tipo de wallet quando possível.

Esses relatos também esclarecem que o limite de US$ 5.000 funciona como critério para definir quem deve informar suas operações e não implica automaticamente um novo imposto ao ultrapassar esse valor. A obrigação atinge proprietários, administradores e responsáveis por plataformas cripto que operem no Paraguai, assim como pessoas, empresas e entidades residentes ou constituídas no país que excedam esse montante anual, inclusive quando operam sem intermediários ou por meio de plataformas estrangeiras.

A primeira declaração sob a Resolução Geral N.º 47/2026 corresponderá ao exercício fiscal de 2026 e deverá ser apresentada em março de 2027 pelo sistema Marangatu, com a inclusão prévia da obrigação 959-DJI Criptoativos no RUC. O envio fora do prazo terá multa de G. 1.000.000, sem prejuízo de outras sanções administrativas.

¿Qué recomendaciones circulan para usuarios bancarios?

O La Nación Paraguay informou que especialistas recomendaram não abrir links desconhecidos, verificar os endereços de sites, evitar operações em Wi-Fi públicas e manter os celulares livres de aplicativos de origem duvidosa diante do aumento de fraudes bancárias. O alerta foi publicado em um contexto de mudanças na estratégia de criminosos cibernéticos voltadas às contas bancárias.

Fontes

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