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México investiga venda de 12,9 milhões de dados

México apura no Telegram a venda de 12,9 milhões de registros ligados a call centers, com dados pessoais e, em alguns casos, bancários.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:Atualizado 2 min de leitura

A Secretaria Anticorrupção e Bom Governo do México investiga a suposta venda de mais de 12,9 milhões de registros com dados pessoais ligados a diferentes call centers. O alerta surgiu de uma publicação no Telegram, onde um usuário oferecia bases de dados atribuídas a essas operações.

Atualização 29 de setembro de 2026: o alerta surgiu de uma publicação detectada no Telegram em 22 de setembro de 2026, na qual um usuário oferecia bases de dados supostamente atribuíveis a diferentes call centers. A investigação continua aberta para apurar de onde vieram os dados e se a oferta correspondia a um vazamento real.

A Secretaria Anticorrupção e Bom Governo do México investiga a suposta venda de mais de 12,9 milhões de registros com dados pessoais ligados a diferentes call centers. A autoridade identificou uma publicação no Telegram, difundida em 22 de setembro, na qual um usuário oferecia bases de dados supostamente extraídas de call centers que operam no México. A investigação segue aberta para determinar a origem dos dados e quem teria sido responsável pela exposição e eventual colocação à venda.

O que a autoridade mexicana detectou?

A Secretaria abriu investigações de ofício após o monitoramento do Telegram, segundo o N+, para esclarecer a origem das bases e a possível responsabilidade por trás da divulgação. A cobertura disponível coincide em que a descoberta partiu de uma oferta publicada na plataforma, e não de uma confirmação pública sobre uma intrusão específica.

A Forbes México informou que os dados descritos incluem nome completo, e-mail, telefone ou celular, data de nascimento, RFC, endereço e, em alguns casos, dados bancários. Esse nível de detalhe ampliou a dimensão do caso, embora as fontes consultadas ainda não confirmem que toda a base seja autêntica nem que tenha sido extraída de uma única operação.

Quais dados apareceram na oferta?

As descrições publicadas pelos veículos indicam que os arquivos ofertados reuniam dados pessoais de diferentes bases e, em alguns casos, informações bancárias. O El Financiero informou que a investigação estaria ligada a bases atribuídas a 23 empresas, além dos diferentes call centers mencionados pela Secretaria.

A Radio Fórmula acrescentou que a Secretaria Anticorrupção obteve uma amostra de 13 mil registros correspondentes a 13 bases de dados distintas para análise, uma etapa que busca verificar a composição real do material exposto. O Publimetro, por sua vez, afirmou que os arquivos ofertados estavam associados a bases identificadas por nomes comerciais de bancos, lojas de departamento, plataformas digitais e outras empresas, embora essa atribuição venha da descrição da oferta e não comprove uma intrusão nessas companhias.

A procedência dos registros segue confirmada?

Não. A investigação continua aberta e ainda não há confirmação oficial sobre a origem dos dados nem sobre a autenticidade total da base. A Xataka México destacou que o objetivo segue sendo determinar de onde vieram os registros, sem identificar em sua cobertura uma empresa responsável nem validar como íntegro o conjunto completo das informações oferecidas no Telegram.

Com o material disponível, o caso permanece como uma apuração sobre uma suposta venda de bases de dados ligadas a call centers no México, com dados pessoais e, em alguns casos, bancários, mas sem atribuição fechada sobre a origem do vazamento.

Fontes

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