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Chile alerta sobre golpe bancário com RUT

Criminosos usam o RUT para bloquear contas, se passar pelo banco e pedir códigos por SMS ou e-mail. O caso ganhou espaço na imprensa.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:2 min de leitura

Criminosos estão usando o RUT de vítimas no Chile para bloquear contas bancárias, se passar por executivos do banco e pedir códigos de verificação enviados por SMS ou e-mail. O esquema foi reportado por Meganoticias e BioBioChile, e também apareceu em segmentos de TV aberta e a cabo.

Criminosos no Chile estão usando o RUT das vítimas para forçar o bloqueio de contas bancárias, se passar por executivos do banco e pedir códigos de verificação enviados por SMS ou e-mail. A manobra foi reportada por Meganoticias e BioBioChile, e também apareceu em segmentos de televisão que mostraram o passo a passo da fraude e a resposta do setor financeiro.

¿Cómo funciona la estafa?

A modalidade começa com a obtenção do nome, do RUT e do telefone da vítima, dados que, segundo o material revisado, vêm de bases de dados ou vazamentos disponíveis na internet. Com essas informações, os criminosos tentam acessar o banco com senhas erradas para provocar o bloqueio da conta. Depois, ligam se passando por executivos de segurança do banco para oferecer ajuda.

BioBioChile explicou que essa suplantação busca conseguir o código de verificação e assumir o controle do dinheiro. Meganoticias, por sua vez, informou que o objetivo final é recuperar senhas e acessar os fundos da conta. O segmento televisivo online acrescentou a sequência completa, busca de dados, bloqueio deliberado, ligação fraudulenta e captura do código recebido por SMS ou e-mail.

¿Qué dijeron los bancos?

Os bancos reiteraram publicamente que nunca solicitam por telefone códigos de verificação enviados por SMS ou e-mail. Essa orientação aparece destacada no material televisivo, que a apresenta como parte da reação oficial do setor financeiro diante dessa campanha de fraude.

BioBioChile relacionou esse golpe a outras técnicas já conhecidas, como smishing, e o descreveu como parte de uma tendência de sofisticação crescente nas fraudes financeiras no Chile. As coberturas da TV aberta também reforçaram a recomendação de não entregar esses códigos a supostos executivos e enquadraram o caso em um alerta mais amplo sobre fraudes bancárias.

¿Qué alcance tuvo la alerta?

A cobertura ganhou espaço na mídia nacional chilena em 31 de agosto de 2026, com notas em Meganoticias e BioBioChile, além de um segmento de um canal de TV chileno e menções na TVN. O material disponível não relata incidentes confirmados de fintechs, vazamentos de biometria nem compromissos de 2FA no país, por isso o alerta se concentra nessa modalidade que parte do RUT e da suplantação por telefone.

Fontes

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