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Brasil amplia exercício Guardião Cibernético

Brasil atualizou o exercício cibernético com 169 organizações, cerca de 750 participantes e delegações de 20 países.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:Atualizado 3 min de leitura

Brasil atualizou seu exercício cibernético Guardião Cibernético com 169 organizações, cerca de 750 participantes e delegações de 20 países. A atividade incluiu cenários sobre energia, transporte, recursos hídricos, comunicações, água e telecomunicações, com foco na proteção de infraestruturas críticas.

Atualização 28 de outubro de 2026: o Ministério da Defesa do Brasil informou novos números para o exercício, com 169 organizações, cerca de 750 participantes e delegações de 20 países. A cobertura mais recente também detalhou simulações contra água, energia e telecomunicações, além da estrutura regional de dois hubs industriais em São Paulo e no Rio de Janeiro.

O Brasil realizou o Cyber Guardian, um exercício nacional de cibersegurança que reuniu cerca de 4.000 pessoas de 380 instituições. Aproximadamente 1.300 participaram presencialmente em Brasília e em centros regionais em Belém, Curitiba, Manaus, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. A atividade contou com ferramentas de capacitação e ambientes simulados fornecidos pela AIEA para treinar a resposta a ataques contra redes de tecnologia da informação e tecnologia operacional.

¿Qué se entrenó en Cyber Guardian?

A AIEA e as autoridades participantes usaram cenários simulados para melhorar a coordenação entre instituições e a resiliência de serviços essenciais. O exercício incluiu riscos ligados a usinas nucleares, pequenos reatores modulares, aplicações de inteligência artificial, hospitais que usam fontes radioativas e aplicações nucleares marítimas. O coordenador de segurança da informação da autoridade nuclear brasileira descreveu esses casos como cenários diversos e inéditos.

¿Por qué este tipo de simulación es relevante para OT?

Porque a expansão da conectividade e da automação industrial ampliou a superfície de exposição a ataques contra tecnologia operacional, segundo Fernando Carbone, responsável técnico de segurança da IBM Consulting Brasil. Carbone alertou que um incidente de OT pode interromper a produção e afetar infraestrutura crítica. Em paralelo, um relatório da IBM citado pela BNamericas indicou que, no Brasil, as causas iniciais mais comuns de vazamentos de dados analisados foram comprometimento da cadeia de suprimentos e phishing, com 16% cada.

¿Qué alcance tuvo el ejercicio en Brasil?

Cyber Guardian não aparece no material como resposta a um incidente real, mas como treinamento baseado em ameaças simuladas. A cobertura adicional revisada não encontrou evidência de comprometimentos reais nem de resultados operacionais verificados nas instituições participantes. Isso coloca o foco do evento na preparação conjunta, e não na confirmação de um ataque específico ou em uma conclusão sobre falhas detectadas durante a prática.

¿Qué informó ahora el Ministerio de Defensa?

O Ministério da Defesa do Brasil informou que o exercício reuniu 169 organizações, cerca de 750 participantes e delegações de 20 países. A atividade incluiu cenários de proteção de infraestruturas críticas em energia, transporte, recursos hídricos e comunicações, com uma simulação de ataques contra empresas de água, energia e telecomunicações.

¿Cómo se organizó la edición 8.0?

A cobertura brasileira do Guardião Cibernético 8.0 descreveu uma estrutura regional com um hub dedicado à defesa cibernética da indústria em São Paulo, organizado pela FIESP e pelo SENAI-SP, e outro hub no Rio de Janeiro, fruto de um acordo entre Firjan SENAI e o Exército. Essa arquitetura acompanhou uma edição voltada a coordenar atores de diferentes regiões e setores.

¿Qué etapas incluyó la simulación?

Os cenários abrangeram prevenção, resposta, gestão de crise e recuperação, com participação de organizações públicas, privadas, acadêmicas e operadores de infraestrutura crítica. Segundo a cobertura mais recente, o exercício buscou testar a coordenação entre esses atores diante de incidentes que afetam serviços essenciais.

¿Coinciden las cifras difundidas por otros medios?

Não totalmente. Dois veículos brasileiros descreveram a edição de 2026 com aproximadamente 1.300 participantes, 300 organizações e representantes de 14 países, mas esses números não coincidem com os dados informados pelo Ministério da Defesa e não devem ser consolidados sem uma fonte oficial adicional.

Fontes

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