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Argentina registra 160 a 177 vítimas de ransomware

Ransomware.live mostra 160 a 177 vítimas ligadas à Argentina. Qilin também reivindicou ataque ao Exército argentino.

Whalemate Labs · Pesquisa assistida por IAPublicado:Atualizado 2 min de leitura

Qilin reivindicou um ataque contra o Exército Argentino em 24 de julho de 2026, segundo Dexpose, e o Ransomware.live aponta entre 160 e 177 vítimas associadas à Argentina em seu mapa de países. A plataforma lista organizações argentinas como vítimas, sem detalhar período exato ou setor.

Atualização de 20 de agosto de 2026: o Ransomware.live agora exibe entre 160 e 177 vítimas de ransomware associadas à Argentina em seu mapa de países. O dado amplia a visibilidade da atividade ligada ao país, mas a plataforma ainda não informa o período exato nem o recorte setorial completo.

Argentina no radar do ransomware

Qilin reivindicou um ataque contra o Exército Argentino em 24 de julho de 2026, segundo a Dexpose. A plataforma de inteligência também indica que o caso chamou atenção para alvos militares e governamentais argentinos, em um contexto em que diferentes ferramentas de OSINT já vinham apontando atividade persistente no país.

O Ransomware.live reproduz a mesma reivindicação contra o Exército Argentino. Na visualização móvel, o grupo afirma ter exfiltrado dados e criptografado sistemas, embora a página não relacione essa alegação a um comunicado oficial do governo argentino. Essa ausência de confirmação institucional deixa uma distância entre a visibilidade pública da ameaça e a validação formal da vítima.

O que os mapas mostram

Os mapas do Ransomware.live para a Argentina mostram entre 160 e 177 vítimas historicamente reivindicadas por diferentes grupos de ransomware. A própria plataforma não detalha, nessas visualizações, quais dessas vítimas correspondem especificamente a organizações argentinas, nem publica uma lista completa de nomes ou setores afetados.

Mesmo com essa limitação, o ecossistema de threat intelligence coloca o país em uma posição relevante no mapa regional. Nas fontes disponíveis aparecem ligados ao caso grupos como Conti, ALPHV, LockBit, BlackByte, CL0P, Qilin, Akira e The Gentlemen, entre outros, embora o material não traga nesta apuração um desdobramento completo de táticas, técnicas e procedimentos associados a cada um.

Setores atingidos

O caso da La Sevillanita amplia esse panorama. A Breach House registra a empresa argentina como vítima do Global Secret Group, com um vazamento de cerca de 200 GB de dados e a categorização do negócio em logística e transporte.

Esse registro adiciona mais uma peça ao mapa setorial de vítimas na Argentina, que no material disponível aparece associado a governo, finanças, serviços empresariais, manufatura e saúde, além de transporte e cadeias de suprimento. O alcance exato de cada campanha continua dependente do que cada plataforma consegue confirmar e publicar, algo que nem sempre coincide com a confirmação oficial das organizações afetadas.

Fontes

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